Como cancelar o LinkedIn Premium: todos os caminhos e o que acontece a seguir

Cancelar é rápido assim que souber que empresa lhe está realmente a cobrar — é esse facto que decide onde fica o botão, quem pode devolver o dinheiro e o que perde no dia em que o prazo acaba. Aqui estão os três percursos (browser, iPhone e Android), o que sobrevive e o que desliga no fim do prazo, os reembolsos, o Sales Navigator e o Recruiter Lite e as licenças atribuídas pela empresa.

Antes de mais

Descubra primeiro quem lhe está a cobrar

É esta a pergunta que decide onde fica o botão de cancelar.

Abra a caixa de correio associada ao cartão e procure o recibo mais recente: o nome de quem o enviou responde ao resto. Um plano comprado no browser, em linkedin.com, pertence ao LinkedIn. Um plano comprado dentro da aplicação do iPhone pertence à Apple; no Android, à Google Play. O LinkedIn mostra os três como ativos, mas só termina aquele que lhe vendeu diretamente — as próprias páginas de ajuda remetem os clientes das lojas para a loja.

Os nomes dos menus mudam sem aviso; confie no que está no ecrã.
O recibo vem deCancela-se aquiReembolsos tratados por
LinkedIn ou faturação MicrosoftDefinições da conta LinkedIn, no browser ou na aplicaçãoLinkedIn
Apple, App Store ou iTunesSubscrições da Conta Apple, no iPhone, iPad ou MacApenas a Apple
Google PlaySubscrições na Play Store ou em play.google.comApenas a Google
Empresa ou administradorNada a cancelar do seu lado — quem atribuiu a licença é que a retiraQuem pagou

Duas armadilhas a eliminar já. Se não encontra qualquer controlo de Premium, o plano pode estar noutro perfil que criou há anos com um e-mail antigo. E se está a ser cobrado duas vezes, tem provavelmente uma subscrição do LinkedIn e uma de loja em relógios diferentes: as duas têm de ser canceladas.

Percurso principal

Cancelar no browser, passo a passo

Se foi o LinkedIn que cobrou, isto demora cerca de dois minutos num computador.

  1. Inicie sessão e abra as definições. Clique na sua fotografia e escolha Definições e privacidade. Confirme que está na conta que tem o plano.
  2. Vá à área de subscrições. É aí que aparece o nome do plano atual, a data da próxima renovação e o valor.
  3. Escolha cancelar, não mudar de plano. O LinkedIn coloca ao lado do cancelamento ligações para comparar ou baixar de plano. Mudar de plano mantém a subscrição ativa — e mantém a cobrança.
  4. Complete o inquérito de retenção até ao fim. Não é uma formalidade: sair a meio deixa a subscrição viva.
  5. Guarde a confirmação e a data de fim. Se mais tarde aparecer uma cobrança, é essa prova datada que encerra a conversa.

Verificação de cinco segundos: volte a abrir a página de subscrições. Ela deve passar a indicar uma data de expiração e não uma data de próximo pagamento. Se continua a mostrar renovação, o processo não chegou ao fim — é esta a causa mais comum do relato “cancelei e cobraram na mesma”.

Cancele alguns dias antes da renovação e não no próprio dia: a faturação corre no relógio do LinkedIn e não no seu fuso horário, e um cancelamento que chega umas horas atrasado é um período inteiro cobrado.

iPhone e Android

No telemóvel: a diferença entre a Apple, a Google e o LinkedIn

A aplicação cancela o que o LinkedIn lhe vendeu. Não cancela o que a Apple ou a Google lhe venderam.

Para um plano faturado pelo LinkedIn, o percurso na aplicação é o mesmo do computador: fotografia de perfil, Definições, entrada de Premium ou subscrições, cancelar e confirmar. As palavras mudam entre iOS e Android e entre versões, e por isso recomendamos o browser sempre que houver um computador à mão. Para um plano faturado por uma loja, a regra não tem exceções: cancela-se onde se comprou. No iPhone ou no iPad, nas definições do aparelho, tocando no seu nome no topo e entrando em subscrições da Conta Apple; no Android, na lista de subscrições da Play Store, com a mesma conta Google que pagou. Desligar aí a renovação automática é o gesto que trava a cobrança.

Dois pormenores que custam dinheiro. Primeiro: apagar a aplicação do LinkedIn não cancela nada. A subscrição pertence à conta da loja, não ao ícone no telemóvel, e continua a renovar com a aplicação desinstalada ou com a sessão fechada. Segundo: se o LinkedIn mostra Premium ativo mas não oferece botão de cancelar, isso não é uma avaria — é o sinal de que a subscrição não é dele. O percurso completo em inglês está em how to cancel LinkedIn Premium.

Duas coisas diferentes

Cancelar uma subscrição e deixar um prazo terminar

Quase toda a ansiedade sobre cancelamentos nasce de confundir estes dois momentos.

Confirmar o cancelamento desliga a renovação automática. O período atual já está pago, por isso mantém tudo até ele expirar: não há mês partido, não há crédito proporcional e não há vantagem em esperar pela última noite. Já deixar um prazo caducar só é possível quando não há renovação automática à espreita: um plano de duração fixa acaba na data prevista e nada mais é debitado. Uma subscrição recorrente do LinkedIn, da Apple ou da Google não caduca sozinha — renova-se em silêncio até alguém a travar, e é essa a expetativa que gera a fatura do mês seguinte.

MomentoO que muda
No instante em que confirmaA renovação automática para. Plano, distintivo e funcionalidades continuam a funcionar.
Até à data de fimNada muda no uso diário. A página de subscrições passa a mostrar uma data de expiração.
Na data de fimA conta passa a gratuita. As funcionalidades Premium e o distintivo desaparecem nesse dia, sem novo aviso.
Depois dissoNão há mais cobranças. Perfil, ligações e mensagens ficam como estavam.
O último dia

O que sobrevive e o que desliga quando o prazo acaba

O medo de perder o perfil mantém muita gente a pagar meses que não quer. É infundado.

Cancelar uma subscrição não toca na conta. O perfil continua publicado e ficam intactos as ligações, os seguidores, as recomendações, as validações de competências, as publicações, as candidaturas e o histórico de mensagens — incluindo conversas que começaram por InMail. São dados da conta, não da subscrição.

O que desliga, desliga em bloco e no mesmo instante:

  • Saldo de InMail por utilizar. Os créditos pertencem à subscrição e não ao perfil: não são reembolsados nem transferíveis. Se tem créditos parados e pessoas que queria contactar, gaste-os antes da data de fim.
  • Profundidade de “quem viu o seu perfil”. A lista alargada e os cortes por empresa e por cargo voltam à visão limitada da conta gratuita.
  • LinkedIn Learning. A biblioteca fecha. Os cursos concluídos e os certificados já adicionados ao perfil ficam; o acesso a novos vídeos é que termina.
  • Informação sobre candidaturas e salários e os limites alargados de pesquisa e de navegação de perfis.
  • Distintivo Premium e as camadas de análise exclusivas do plano.

A nota do Social Selling Index não se perde: mede comportamento, e o comportamento continua a ser seu — o que o índice mede está em Social Selling Index.

Período experimental

Cancelar dentro do teste gratuito

Cancelar cedo não encurta o teste. Adiar é que custa dinheiro.

Ao ativar um período experimental, o LinkedIn pede uma forma de pagamento, e a política da própria empresa é clara quanto ao que acontece se ninguém intervier: no fim do período, o teste converte-se em subscrição paga e o cartão é cobrado. Cancelar durante o teste não fecha o acesso nesse dia — o que deixa de acontecer é a conversão, e o acesso mantém-se até à data de fim indicada.

Cancele no segundo dia, se quiser, e crie um lembrete para três dias antes do fim: a conversão corre no relógio de faturação do LinkedIn, não no seu. Se o teste começou na aplicação de iOS ou de Android, a cobrança de conversão vem da loja e é na loja que se trava. Se já se converteu, mudou de assunto: passou a pedir reembolso de uma cobrança recente. Cancelar de forma limpa também não repõe a elegibilidade: contas que já usaram um teste muitas vezes não voltam a ver a oferta.

Dinheiro de volta

Reembolsos: a política do LinkedIn e os seus direitos de consumidor

Cancelar e ser reembolsado são dois pedidos separados. O primeiro trava o pagamento seguinte; não devolve o que já saiu.

A orientação publicada pelo LinkedIn descreve uma janela curta — da ordem de sete dias a contar da cobrança — e pressupõe, em geral, que as funcionalidades Premium não tenham sido utilizadas nesse período. Enviar InMails ou correr pesquisas exclusivas do plano depois de a cobrança entrar enfraquece o pedido. Esta é a política do LinkedIn, é revista periodicamente e o artigo de ajuda em vigor é sempre a autoridade. Peça a quem levou o dinheiro: a Apple trata compras da Apple, a Google trata compras da Play, e o LinkedIn só devolve o que cobrou.

Há ainda uma camada que existe independentemente da política de qualquer empresa: os direitos do consumidor. Quem compra a partir de Portugal ou de outro país da União Europeia tem, nos contratos à distância, um regime legal próprio — habitualmente descrito como um prazo de livre resolução de catorze dias, com regras específicas para conteúdos e serviços digitais cuja execução já começou. Mencioná-lo de forma educada num pedido recusado não custa nada. O que não podemos é dizer-lhe como a lei se aplica ao seu caso nem prometer um desfecho: não somos advogados e não damos aconselhamento jurídico. Se estiver em causa uma quantia relevante, procure informação oficial sobre direitos do consumidor.

Facilite a aprovação: referência da encomenda, data e valor da cobrança, uma frase com o motivo e a confirmação de cancelamento em anexo. O chargeback junto do banco é um último recurso: disputar uma cobrança de uma plataforma que continua a usar pode deixar a conta restringida.

Vendas e recrutamento

Sales Navigator e Recruiter Lite cancelam-se de outra maneira

E há aqui uma perda que quase ninguém antecipa: as listas de leads guardadas.

O Sales Navigator e o Recruiter Lite não são versões mais caras do Premium Career: são produtos separados, com subscrição e faturação próprias. Cancelar o Premium não cancela o Sales Navigator, e vice-versa: quem tem os dois tem duas coisas para tratar, e o cancelamento do Sales Navigator faz-se dentro das definições do próprio produto.

A parte que dói é o que vive dentro do produto. Leads e contas guardadas, listas de leads, pesquisas guardadas, alertas de mudança de cargo, notas e etiquetas são objetos do Sales Navigator — não são dados do seu perfil e não descem consigo para a conta gratuita quando o prazo acaba. Se construiu listas ao longo de meses, exporte ou registe noutro sítio o que precisa antes da data de fim, porque depois não há botão que as traga de volta. O mesmo se aplica aos projetos e ao histórico de candidatos do Recruiter Lite, que é uma subscrição autónoma: não se baixa para outro escalão no mesmo sítio, termina-se.

Se está a cancelar porque o preço de lista deixou de fazer sentido, mas a ferramenta produzia conversas, a comparação de valores está em quanto custa o LinkedIn Premium e, em inglês, em LinkedIn Premium cost.

Licenças atribuídas

Se foi a empresa que lhe atribuiu o plano

Nesse caso não há nada para cancelar do seu lado, e procurar o botão só gasta tempo.

Uma licença atribuída por um empregador ou por um administrador não está na sua área de subscrições porque não é sua: pagamento, renovação e cancelamento pertencem a quem a atribuiu, e a ausência do botão não é um problema técnico. O que faz sentido é pedir a quem gere as licenças que retire a atribuição.

Um pormenor com consequências práticas: quando sai da empresa, a licença sai do seu perfil, mas o que criou dentro da ferramenta paga — listas, projetos, notas — fica do lado de quem pagou. As ligações que fez continuam suas, porque são do perfil; as listas de trabalho, não. Continuar com a mesma ferramenta a título pessoal é uma subscrição nova e começa vazia.

Ativações Searcora

Se ativou através da Searcora, não há nada para cancelar

Os nossos prazos são de duração fixa e não renovam sozinhos. Chegam ao fim e acabam.

É a diferença mais concreta entre nós e uma subscrição recorrente. A Searcora Digital Ltd — empresa registada no Reino Unido, em 78 Dulverton Road, Londres, SE9 3RL — presta apoio à ativação de planos pagos do LinkedIn. Uma licença é atribuída ao seu endereço de e-mail, o utilizador aceita o convite dentro da sua própria conta e o plano passa a valer no seu perfil. Nunca pedimos a palavra-passe. Não guardamos cartão, não há débito automático e não há página onde travar uma renovação: quando o prazo contratado termina, termina. Continuar é uma ativação nova, com o valor combinado antes.

Os nossos valores são em dólares norte-americanos e mantêm-se assim de propósito: publicar um número em euros seria publicar um valor que deixa de ser verdade com o câmbio do dia seguinte. O Premium Career começa em 25 USD, o Premium Business em 30 USD, o Sales Navigator Core está em 30 USD por mês, o Sales Navigator Advanced começa em 30 USD e o Recruiter Lite está em 50 USD por mês. Recebe o total exato antes de pagar; a conversão e as comissões são do seu banco. O nosso apoio ao cliente é prestado em inglês.

Também fazemos crescimento no LinkedIn — seguidores e ligações, otimização de perfil, conteúdo e trabalho dirigido ao Social Selling Index — sempre com audiência real e conquistada: sem seguidores comprados, sem logins partilhados, sem contas vendidas e sem automação que viole os termos do LinkedIn. Detalhes em LinkedIn growth service e em ativação de Premium e Sales Navigator. A Searcora não é parceira, revendedora nem afiliada do LinkedIn.

Voltar mais tarde

Reativar depois, e o que muda quando volta

Cancelar não fecha portas. Fecha, quando muito, uma tarifa.

Pode voltar a subscrever quando quiser e as funcionalidades voltam a ligar-se no mesmo perfil. Duas ressalvas honestas: o preço no regresso é o preço de lista em vigor nesse momento e não aquele que pagava antes, e quem regressa dificilmente volta a receber um período experimental gratuito. Mudar de país é caso à parte — o LinkedIn tende a esperar que se cancele e se volte a subscrever, em vez de trocar o país de faturação num plano ativo.

Uma pergunta antes de voltar: quantas conversas novas iniciou no mês em que pagou? Se a resposta for nenhuma, o problema não era o plano. Cancelar e não comprar nada é, para muita gente que chega aqui, a decisão certa.

Dúvida sobre um cancelamento?

Se não percebe quem lhe está a cobrar, ou se cancelou e apareceu uma cobrança, diga-nos o que está no recibo.

Perguntas frequentes

Se subscreveu no browser, o cancelamento faz-se nas definições da conta LinkedIn, na área de subscrições: escolher cancelar (e não mudar de plano), completar o inquérito de retenção até ao fim e guardar a confirmação. Depois de cancelar, a página de subscrições deve passar a mostrar uma data de expiração em vez de uma data de próximo pagamento.
Quase sempre porque a subscrição foi comprada dentro da aplicação e é a App Store ou a Google Play que cobra. Nesse caso, cancelar dentro do LinkedIn não trava a cobrança da loja: tem de desligar a renovação automática nas subscrições da Conta Apple ou na Play Store. Também acontece quando o inquérito de cancelamento não foi concluído até ao fim.
Não. Perfil, ligações, seguidores, recomendações, validações de competências, publicações, candidaturas e histórico de mensagens são dados da conta, não da subscrição, e mantêm-se depois de a subscrição acabar. O que desaparece são as funcionalidades pagas.
Os créditos pertencem à subscrição e não ao perfil: não são reembolsados nem transferíveis e deixam de estar disponíveis quando o prazo acaba. Se tem créditos parados e pessoas que queria contactar, gaste-os antes da data de fim. As respostas que já recebeu ficam na caixa de entrada.
Não. Cancelar desliga a renovação automática; o período já pago mantém-se até expirar, sem crédito proporcional nem mês partido. Por isso não há vantagem nenhuma em esperar pela véspera da renovação para cancelar.
A orientação publicada pelo LinkedIn descreve uma janela curta, da ordem de sete dias a contar da cobrança, e pressupõe em geral que as funcionalidades Premium não tenham sido utilizadas. É a política do LinkedIn e é revista periodicamente, por isso leia o artigo de ajuda em vigor. Se quem cobrou foi a Apple ou a Google, o pedido tem de ser feito à Apple ou à Google. Além da política de qualquer empresa, quem compra a partir de Portugal ou de outro país da UE tem ainda direitos de consumidor próprios nos contratos à distância — não damos aconselhamento jurídico nem prometemos um resultado.
Cancelar não fecha o acesso nesse dia: o que deixa de acontecer é a conversão em subscrição paga, e o acesso mantém-se até à data de fim indicada. Como a conversão corre no relógio de faturação do LinkedIn, cancelar cedo é sempre mais seguro do que deixar para a última noite.
O Sales Navigator é uma subscrição separada, cancelada nas definições do próprio produto — cancelar o Premium não o cancela. Leads e contas guardadas, listas, pesquisas guardadas, notas e etiquetas vivem dentro do produto e não descem para a conta gratuita quando o prazo acaba, por isso exporte ou registe noutro sítio o que precisa antes da data de fim. O Recruiter Lite é igualmente autónomo.
Não cancela: uma licença atribuída por um empregador ou administrador não aparece na sua área de subscrições porque o pagamento e a renovação pertencem a quem a atribuiu. O caminho é pedir a quem gere as licenças que retire a atribuição. As ligações que fez continuam suas; as listas e projetos criados na ferramenta da empresa ficam do lado de quem pagou.
Não. Os prazos da Searcora são de duração fixa e não têm renovação automática: não guardamos cartão, não há débito automático e, quando o prazo contratado termina, termina. Se quiser continuar, é uma ativação nova com o valor combinado antes. A Searcora Digital Ltd é uma empresa independente registada no Reino Unido e não é parceira, revendedora nem afiliada do LinkedIn; o apoio ao cliente é prestado em inglês.